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Canal de Deus, PHN reaproxima pai e filha

Monique, que não conversava com seu pai há mais de um ano, é tocada por Deus e volta a relacionar-se com ele

Canal de Deus, PHN reaproxima pai e filha

Monique Barbosa. Foto: Arquivo Pessoal

Eu me chamo Monique Oliveira Barbosa, tenho 22 anos, um filho de sete anos, estou noiva no momento e, ao todo, estou há cinco anos e meio com meu noivo. Comecei a namorar com ele no ano de 2013, já tinha meu filho, pois fui mãe com 15 anos. Quando o conheci, nós éramos muito novos e estávamos na época de curtir, de sair para balada e achar que a felicidade estava no mundo. Não conhecia Deus ainda, por isso tínhamos um relacionamento muito turbulento, terminávamos muito.

Quando estávamos com três anos de namoro, começamos a frequentar a Missa do padre Marcelo Rossi. Desde, então, começamos a enxergar outras maneiras de nos divertirmos, sem que o mundo nos oferecesse coisas ruins. A partir daí, o nosso relacionamento foi melhorando, minhas atitudes foram melhorando e eu fui me tornando mais madura; e ele também. Ficamos bem até que recebemos a proposta: a chamada de ir para o PHN, o abençoado PHN, pelos padrinhos dele.

Experiência no acampamento

Fomos para a Canção Nova, ano passado, 2017, conhecer o PHN. Dentro do carro, fui conversando muito com Deus, porque fiquei um ano sem falar com meu pai, e isso era muito ruim, muito triste! É muito estranho você passar ao lado de uma pessoa sem falar um “oi”, sendo que ela faz parte de você, parte do seu sangue. Eu sofria muito com isso, e pedia a Deus para usar de alguém para conversar comigo, para falar comigo, porque eu não aguentava mais aquela situação.

Lá na palestra do PHN, Jesus usou alguém para falar sobre os pais, sobre o abandono dos pais com os filhos e da sensibilidade de sentir a ausência. Eu pedia muito a Deus que, se eu estivesse errada, que Ele me tocasse e mostrasse meu erro, para que eu pudesse voltar a falar com o meu pai.

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Quando terminou o PHN, eu saí de lá leve, com outros pensamentos, outros planos e muitas esperança de que os jovens podiam ser salvos. Eu rezava demais por mim e por meu pai. Uma semana depois do PHN, quando estava sentada na rua da minha casa, meu pai veio me pedir desculpas. Chorei muito, e ele também. Hoje, somos superamigos. Não tenho nem palavras para explicar!

Eu agradeço muito a Deus por ter me levado ao PHN e ter me proporcionado tanta coisa boa!

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