Setembro Amarelo

Movimento mundial de conscientização contra o suicídio

Setembro Amarelo é o mês em que a sociedade se dedica a falar sobre o movimento mundial contra o suicídio.

Apesar de muitas pessoas não desejarem falar sobre o assunto por medo ou preconceito, é muito importante compreender e identificar os sinais de alerta.

Artigos sobre a prevenção ao suicídio

Reunimos, neste artigo, alguns conteúdos que já postamos em nosso canal sobre o assunto. Confira:

Conheça os cinco principais mitos que permeiam a questão do suicídio

Foto Ilustrativa: Wesley Almeida/cancaonova.com

Cinco principais mitos sobre o suicídio  ➡️ Por muito tempo, achou-se que falar sobre suicídio poderia induzir as pessoas a cometerem tal ato. Hoje, sabe-se que é justamente o contrário. Tirar esse tema das sombras é uma forma objetiva de levar informação às famílias que enfrentam esse drama, além de permitir com que os órgãos públicos possam traçar estratégias de enfrentamento do problema. Ao falar sobre o drama do suicídio, podemos também formar e incentivar as pessoas a escutarem a dor do outro e desmistificar os mitos que envolvem o tema. Nesse sentido, gostaria de falar sobre os cinco principais mitos que permeiam a questão do suicídio. Continue lendo o artigo: cliquei aqui.

O suicídio precisa ser visto com atenção

Foto Ilustrativa: Bruno Marques/cancaonova.com

O suicídio precisa ser visto com atenção ➡️   Como identificar alguém que tenha ideação suicida? É possível ajudar de algum jeito?  Para iniciar o assunto e já fazer uma boa provocação sobre o tema, vou dizer que qualquer ser humano é passível de pensar sobre a morte e desejá-la em casos específicos da vida. Sim. Eu e você podemos passar por situações fortes na vida ou apresentar alguma disfunção biológica que nos faça, em algum momento, pensar em morrer. Ou simplesmente podemos achar os dias muito cinzas, perder o encanto pela vida e o sentido no existir. As dores existenciais, aquelas dores na alma, não localizadas por nenhum exame de imagem, podem ser insuportáveis e fazer o indivíduo desejar a morte. Continue lendo o artigo: clique aqui.

O que a Igreja diz sobre o suicídio

Foto Ilustrativa: Wesley Almeida/cancaonova.com

O que a Igreja diz sobre o suicídio? ➡️  Hoje, pela psicologia, sabe-se, com certeza, que existe uma relação estreita entre isolamento social e suicídio (alguém que não está integrado no corpo social ou, no caso do adolescente, alguém que não vê perspectiva de solução). Devemos dar atenção especial para as motivações psicossociais e culturais do suicídio. Subjetivamente, a responsabilidade inexiste ou é muito diminuída, porque a liberdade está condicionada pela presença de processos psicológicos de caráter depressivo. Objetivamente, não se pode descartar possibilidades de suicídios praticados com plena liberdade. Nesta perspectiva, são interpretados os suicídios de protestos e os “altruístas”. Em atitude cristã e pastoral diante dos familiares da pessoa que se suicidou, não se deve dar margem nenhuma para que os familiares se desesperem contra a situação dos que atentam contra a própria vida (achem argumentos para falar dos caminhos que Deus tem). Continue lendo o artigo: cliquei aqui.

Suicídio infantil, quais são os fatores de risco

Foto Ilustrativa: Wesley Almeida/cancaonova.com

Suicídio infantil, quais são os fatores de risco? ➡️ Tendemos a pensar assim: como pode uma criança pensar em suicídio? Ela não tem capacidade de conseguir isso. A maior questão aqui é que a criança, muitas vezes, começa a dar os primeiros sinais e o desejo de morte vai crescendo até chegar à adolescência, ou até surgir uma oportunidade. Ou pensamos assim: o que falta a essa criança? Ela tem tudo! Tem muito mais do que eu tinha na idade dela. Porém, vivemos um mundo de muito estresse e muitas exigências, e a criança não está livre disso. As muitas exigências geram, muitas vezes, o sentimento de frustração, porque a criança pode se sentir incapaz de não corresponder ao que se espera dela. O estresse leva à ansiedade, o que pode levar à depressão, à desesperança. É justamente a desesperança que precisa ser o maior ponto de atenção. É preciso estar atento aos sinais de que a criança considera o seu problema como indissolúvel, não há possibilidade de melhorar a sua vida. Continue lendo o artigo: cliquei aqui.

O suicídio contradiz a inclinação natural do ser humano

Foto Ilustrativa: Wesley Almeida/cancaonova.com

O suicídio contradiz a inclinação natural do ser humano ➡️ Sabemos que um momento grave de depressão, desespero, angústia prolongada entre outros pode debilitar psiquicamente a pessoa de maneira tão grave, que ela possa buscar refúgio na morte, mesmo sem a desejar em si mesmo. Por isso, a Igreja recomenda rezar pela alma do suicida sem se desesperar de sua salvação. Nosso Catecismo deixa claro: “Não se deve desesperar da salvação das pessoas que se mataram. Deus pode, por caminhos que só Ele conhece, dar-lhes ocasião de um arrependimento salutar. A Igreja ora pelas pessoas que atentaram contra a própria vida.” (CIC § 2283). O importante, então, é não se desesperar com a morte suicida da pessoa amada, mas oferecer a Deus por ela as orações e, principalmente, a Santa Missa pela salvação e sufrágio de sua alma. Continue lendo o artigo: clique aqui.

O-que-leva-uma-pessoa-a-chegar-ao-extremo-de-cometer-suicídio

Foto Ilustrativa: Wesley Almeida/cancaonova.com

O que leva uma pessoa a chegar ao extremo de cometer suicídio? ➡️ Falar de suicídio, muitas vezes, é um tabu. Quais são, no entanto, os fatores e sentimentos que podem levar uma pessoa a cometer esse atentado contra a própria vida? O comportamento suicida surge em decorrência de doenças mentais e psicológicas, por isso é preciso identificar essas mudanças comportamentais desde o início. A família, os amigos ou pessoas próximas podem ajudar nesse processo de diagnóstico. Segundo o doutor Rodrigo Assumção, psiquiatra, psicanalista, pós-graduado em Hebiatria e formado em Ciências da Religião, a depressão é o maior fator de risco para o suicídio. É preciso combater os fatores que desencadeiam a depressão com a ajuda de profissionais da saúde, além da espiritualidade, que auxilia no tratamento. Continue lendo a entrevista: clique aqui.

Setembro é amarelo, mas a vida é para ser primavera

Foto Ilustrativa: Wesley Almeida/cancaonova.com

Setembro é amarelo, mas a vida é para ser primavera ➡️ Setembro é amarelo, já a vida não pode ser confundida com qualquer cor que remeta à palidez, pois ela tem a beleza das flores, a generosidade colorida que a natureza manifesta de maneira tão pródiga. A vida é para ser primavera, estação que começa justamente agora em setembro. O colorido alegre das florações gera contraste com o “mês amarelo”, sinal de advertência para grave situação: o número de pessoas que cometem suicídio nos dias atuais. Na campanha “Setembro Amarelo”, Igrejas, pontos turísticos, monumentos e fachadas de prédios históricos recebem iluminação em tom amarelado, também outdoors, cartazes e campanhas com as mesmas cores, convocando a população a ajudar na prevenção ao suicídio, compromisso cidadão e humanitário. Popularmente, é dito que “amarelar” representa omitir-se, embora seja notável a beleza da cor amarela na natureza, bandeiras e vestes. No contexto da Campanha realizada no mês de setembro, o alerta é claro: a vida não pode amarelar, perder seu brilho, a sua chama. As pessoas não podem desistir de viver. Eis, pois, a urgência de um mutirão para preservar esse dom e mudar a triste realidade revelada em estatísticas a respeito do suicídio no Brasil e no mundo. Continue lendo o artigo, clique aqui.

Nossas crianças estão adoecendo emocionalmente ➡️ O vídeo de hoje alerta sobre vários aspectos do desenvolvimento da identidade das crianças, pois nossos pequeninos têm demonstrado problemas de saúde mental bem preocupantes. Segundo Luís Rojas Marcos, médico psiquiatra, houve um aumento de 200% na taxa de suicídio observado em crianças de 10 a 14 anos. São dados que me deixam extremamente impactada, pois nossos avós diziam que a infância era “a melhor fase da vida”. Entretanto, a nossa realidade é um pouco diferente, nossas crianças estão profundamente tristes a ponto de pensarem em tirar suas próprias vidas. Será que estou atento aos indícios de que algo na saúde mental do meu filho não está bem? Será que estou criando um vínculo de confiança com meu filho? Será que ele se sente protegido? Continue lendo o artigo com a psicóloga Adriana Poteski: clique aqui.

 

Como manter equilibrada a saúde física e mental

Foto Ilustrativa: Wesley Almeida/cancaonova.com

Como manter equilibrada a saúde física e mental? ➡️ Saúde física ou mental: qual é a mais importante? A resposta você já deve saber: não existe a mais importante, porque as duas precisam caminhar juntas e em harmonia. O ambiente que estamos inseridos, muitas vezes, será reflexo do nosso mundo interior. E não só do aspecto espacial como também do relacionamento e, principalmente, o aspecto do nosso corpo. É fato que todos vamos envelhecer, porém, existe uma diferença entre envelhecer de forma saudável e envelhecer de forma doentia. Por isso, eu lhe faço a seguinte pergunta: Você tem gostado da imagem que tem refletido no espelho? Continue lento o artigo: cliquei aqui.

Bate-papo sobre saúde mental ➡️ Padre Adriano Zandoná e a psicóloga Elaine Ribeiro conversam sobre a importância da saúde mental.

 

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