A felicidade de doar a si mesmo pelo bem do outro

O exemplo de São Roque nos revela a felicidade de doar a si mesmo pelo bem do outro

No dia 16 de agosto, celebramos um popular santo que ficou conhecido pela sua caridade vencedora de terríveis pestes que atingiam a toda Europa: São Roque. Intercessor das vítimas de pestes, nasceu em Montpellier, na França, no ano de 1295.

A felicidade de doar a si mesmo pelo bem do outro

Foto: Wesley Almeida / cancaonova.com

Pertencente a uma nobre família, Roque era um jovem rico, porém, diferente de muitos, pois diante da herança dos pais falecidos, ele não virou as costas, nem desviou o olhar do amado Cristo que o propunha à perfeição.

Depois de vender o que tinha, São Roque deu tudo aos pobres e começou livremente seguir a Jesus como um pobre e penitente peregrino que, de início, visava apenas os lugares sagrados.

Frente à realidade de que Deus vai cada vez mais fundo nos seus mistérios para com os generosos, São Roque – ao encontrar com muitas pessoas vítimas de pestes e outras inúmeras situações de miséria humana – pôde se deparar com a felicidade de doar a si mesmo pelo bem do outro.

Como “bom samaritano”, São Roque tornou-se enfermeiro, consolador, coveiro e taumaturgo, ou melhor, um outro Cristo, pois “amou até doer” e morrer com 33 anos numa cadeia, onde ficou preso, judiado e esquecido por engano, isto em Montpellier.

São Roque, rogai por nós!

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