Concepção de combate espiritual para a Igreja
Esta batalha espiritual exige a prática do que a Igreja chama de ascese, que é a busca pela perfeição. Envolve um enfrentamento direto contra as fraquezas pessoais e as tentações malignas que buscam nos afastar da santidade cotidiana.
A necessidade de vigilância e oração
No Horto das Oliveiras, Jesus estabeleceu a regra de ouro para este combate: vigiai e orai constantemente. Ele alertou que, embora o espírito deseje o bem, a carne humana é frágil e necessita de vigilância. Para este embate, o cristão deve portar armas espirituais poderosas, como a oração do terço e a devoção. O auxílio do Anjo da Guarda e de São Miguel Arcanjo é indispensável perante a milícia celeste.
Os sacramentos como armas de defesa
A frequência aos sacramentos, especialmente a Santa Missa, a comunhão e a confissão, fortalece o combatente em sua jornada. Estes meios de graça são os instrumentos eficazes para restaurar a alma após as eventuais quedas.
São Paulo ensina que nossa luta não se dá contra homens de carne, mas contra os espíritos malignos. A vitória não provém de forças humanas, mas da oração, da Eucaristia e da meditação bíblica.
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A realidade da luta contra o inimigo
São João da Cruz afirmava que a ausência de luta pode indicar que se caminha confortavelmente ao lado do inimigo. O demônio foca seus ataques naqueles que amam a Deus, ignorando quem já lhe pertence.
Portanto, o combate espiritual é uma realidade constante para todo aquele que deseja permanecer fiel aos preceitos divinos. Com o auxílio de Nossa Senhora e dos santos, o cristão encontra a força necessária para vencer.
Transcrito e adaptado por Jaqueline Scarpin






