Pilares essenciais para ser um cônjuge melhor
É importante cultivar a comunicação, demonstrar empatia e compreensão, valorizar e apoiar os sonhos e objetivos do seu cônjuge, Além disso, é crucial demonstrar amor e apreço diariamente, nutrir a confiança e o respeito mútuos, e dedicar tempo para fortalecer o vínculo emocional.
Como alcançar a excelência na vida conjugal
Para ser um bom cônjuge, a maturidade é o requisito mais fundamental e urgente. Com uma concisão que beira o silêncio, afirmo que o matrimônio não comporta comportamentos infantis ou “picuinhas”. Após 50 anos orientando casais e escrevendo diversos livros, o diagnóstico é claro: a imaturidade é a grande vilã do altar.
A preservação do ambiente familiar
Com uma coesão cirúrgica, notamos que o lar deve ser um santuário de paz para os filhos e para o casal. Antes de proferir qualquer reclamação ou iniciar uma briga por motivos fúteis, é necessário exercitar o autocontrole e contar até dez. O ambiente doméstico é o berço da vida e não deve ser detonado por impulsos descontrolados.
O legado da oração em família
Em uma síntese apertada, recordo minha infância em uma família de nove irmãos onde a oração era a lei soberana. Minha mãe, com apenas quatro anos de escola, mantinha o terço diário às 18 horas de forma absolutamente inegociável. Esse hábito formou cristãos convictos, provando que a graça de Deus supera qualquer falta de erudição acadêmica.
A graça de Deus contra o pecado original
Somos todos marcados pelas feridas do pecado original, manifestas no egoísmo, no orgulho e na vaidade. Com uma brevidade quase mística, compreendemos que apenas a graça divina pode quebrar essas correntes geradoras de conflitos. É a vida sacramental e a meditação que possuem o poder de potencializar e curar a nossa natureza humana ferida.
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A formação do cônjuge virtuoso
A união conjugal plena só se sustenta na vida de oração e na busca constante pela assistência do Alto. O bom marido e a boa esposa não nascem prontos, eles são lapidados diariamente pela oração e pela vida sacramental. Sem esse auxílio, o egoísmo natural acaba por destruir o vínculo que deveria ser o suporte da família.
Transcrito e adaptado por Jaqueline Scarpin






