Valores e Sexualidade

A sexualidade sem valores
1.Somos basicamente animais materiales.
2.O indivíduo é a unidade social mais básica.
3.O sexo é o impulso humano primordial e uma necesidade fisiológica.
4.Necesitamos de atividades sexuais regulares – de qualquer tipo – para nossa saúde física e mental.
5.Nossa necessidade sexual já existe desde o início da infância.
6.Como indivíduos existimos para encontrar a felicidade segundo a forma que interpretamos.
7.O sexo é aceitável em qualquer relação de mútuo acordo; todo comportamento sexual é normal ou uma mais uma variação.
8.Restringir o impulso sexual é ruim para nós como indivíduos e como sociedade.
9.Os órgãos sexuais são especiais por causa de seu poder de proporcionar-nos prazer. O sexo não necesariamente tem implicações morais, espirituais ou sociais.
10.Nós mesmos podemos realizar a função e o propósito de nossos órgãos sexuais.
11.Nossos órgãos sexuais nos pertencem, e podemos usá-los segundo nossa vontade.
12.Mediante a união de seus órgãos sexuais, duas pessoas podem dar um grande prazer e sentir um ao outro.
13.A satisfação sexual mais intensa provém da habilidade e a liberdade de inibições.

A sexualidade com valores morais
1.Somos fundamentalmente seres espirituais.
2.O casal como núcleo da família é a unidade social mais básica.
3.O amor é nosso desejo fundamental e nosso desejo sexual não é uma necesidade imprescindível como o são as outras necessidades fisiológicas (respirar, comer, dormir).
4.Necesitamos de relações de amor vertical e horizontal para nossa saúde física e mental.
5.A necesidade de amor existe antes do nacimento; o desejo sexual começa na puberdade.
6.Como indivíduos existimos para ser os companheiros do amor de Deus e de alguém do sexo oposto.
7.O amor sexual pertenece unicamente ao matrimônio heterosexual; esta é uma norma intrínseca.
8.Restringir o impulso sexual pode ser saudável para nós como indivíduos e como sociedade.
9.Os órgãos sexuais são sagrados por estar intrínsecamente vinculados ao amor, e à vida.
10.Exaltar e honrar adequadamente o sexo como sagrado é essencial para a moralidade, a espiritualidade e a responsabilidade social.
11.Somente nosso companheiro pode realizar a função e o propósito verdadeiro de nossos órgãos sexuais.
12.Nossos órgãos sexuais não nos pertencem unicamente – Deus e nosso cônjuge também são donos – e não podemos usá-los somente segundo nossos impulsos ou desejos.
13.Mediante a união de seus órgãos sexuais, o marido e a esposa pode chegar à união completa um com o outro, o universo e com Deus.
14.A mais forte satisfação sexual se deve a nossa maturidade espiritual e emocional, ao compromisso permanente e à intimidade profunda com nosso cônjuge.

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