Só Deus Vale a Pena

Deus é o Escritor. A vida é a obra. O mundo é o teatro. E nós somos os atores. Deus nos dá a liberdade, a obra e o palco, mas depende de nós fazermos uma representação digna de premiação.

Algum amor humano te atormenta? Só Deus Vale a Pena.

Com Deus nunca estará equivocado.

Meu abrigo, meu alimento, minha bebida, minhas sandálias, meu relógio… Meu Senhor!
Nunca esteja triste, porque isso é a ausência de Deus. Abandona-te ao Senhor, deixa tua vida em Suas Mãos e despreocupa-te, somente faça a tua parte trabalhando, rezando, lutando, mas sempre com esperança, com fé, com alegria. Que tua alma sempre tenha um pequeno sorriso.

Nos castelos levantados sobre dinheiro, poder e glória não entram Deus.

Abandona a via segura e cômoda. Lança-te ao caminho incerto, cheio de enigmas e incertezas, e fá-lo solitariamente: Deus te acompanhará e te dirá que caminho tomar.
Deus é o Escritor. A vida é a obra. O mundo é o teatro. E nós somos os atores. Com nossa liberdade, decidimos que classe de papel representaremos, se um medíocre ou um que se mereça aplausos em pé, ou inclusive se queremos ou não atuar. Deus nos dá a liberdade, a obra e o palco, mas depende de nós fazermos uma representação digna de premiação.

Senhor, nada está claro, mas tudo está decidido. Simplesmente abra as portas e indique o caminho, que eu te seguirei!

Simone de Beauvoir disse: ‘ao suprimir a Deus temos ficado sem o único interlocutor que realmente vale a pena!’.

Pai nosso, o celestial, faz que sejas reconhecido como Deus, faz que seu reino venha, faz que sua vontade se cumpra na terra assim como se cumpre no céu. Dá-nos hoje o pão que necessitamos, perdoa-nos nossas dúvidas como nós já temos perdoado aos que nos tem ofendido. Não exponha-nos à tentação, mas livra-nos do mal. O Reino, o Poder e a Glória são suas, pelos séculos dos séculos. Amém.

Seus criou as mães para que cada ser humano tivesse na terra um pedacinho do céu.
Talvez não entendemos hoje quão transcendente foi que Cristo Jesus nos dissera o nome de Deus: Pai.

A grandeza de Deus consiste em que não importa qual seja nossa vocação (leigo, esposo, esposa ou pessoa consagrada); se a seguimos cristianamente, seremos genuinamente felizes.

Para Deus Pai, amá-lo com a alma inteira. Para Deus Filho, seguir seu exemplo. Para Deus Espírito Santo, ser dócil à sua efusão. Para Nossa Senhora, a virgem, sorrir ao recordá-la.

Somos somente instrumentos. Deus é o Artista.

Peçamos a Deus que nos ajude a ver nossas fraquezas, para que com Sua ajuda, possamos convertê-las em fortalezas.

Que o esforço seja meu, e Tua a vitória, Senhor!

Não preocupa-me o tanto que tenho que fazer para amar a Deus, porque Ele suprirá com Seu Amor todas minhas carências e misérias.

Não permitas, Senhor, que deixe de assustar-me com tuas maravilhas.

Nosso problema com Deus é que facilmente caímos ao crer que nós o temos inventado, quando Ele é quem nos criou!

Deus nos tem criado para amar, porque o amor genuíno, profundo e pleno é sempre para fora, não para mim. Quando esse amor é para dentro, isto é, para mim, então é desordenado e pernicioso. Pensa nos anjos caídos, observa o pecado original, e te darás conta de que os males do mundo tem sido provocados por um amor próprio desordenado. Quando Jesus Cristo explica-nos que os maiores mandamentos são amar a Deus e ao próximo, dá-nos uma cátedra de caridade e nos revela tudo. Por isso quando praticamos exercícios ascéticos (oração, mortificação, pobreza, castidade…), o que estamos fazendo é ordenar nossas vidas até Deus, diminuir o próprio eu para amá-lo plenamente mediante uma caridade envolvente e expansiva. Se um exercício ascético não te leva a caridade, então torna-se um triste exercício. Pior ainda: pode ser um objeto de condenação ao levar-te inadvertidamente à soberba de gloriar-te em teu próprio avanço espiritual.Amor para fora. Assim como o que quer Deus, como o vive Deus, como é Deus.

Importante missão teremos. Somos muito mais que simples embaixadores: somos filhos de Deus. E sê-lo é motivo de grande alegria e responsabilidade. Que classe de filhos nós somos? Acaso como esses indolentes e irresponsáveis que causam pena? Ou somos aqueles filhos trabalhadores, responsáveis, prudentes que crescem nos negócios de seu pai? Pensemos no último caso. É o filho bom, digno de admiração? Sim, mas quem tem o verdadeiro mérito é o Pai.

Calor ou frio, que importam, Senhor? Se quando estás comigo és a brisa suave em meu rosto e suave manto de minhas noites frias!

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