Prodígios da Misericórdia Divina

Testemunho I
‘Conheci a devoção à Divina Misericórdia no ano de 1985, na cidade de Niterói-RJ. O meu primeiro diário, assim como os outros livros que compõem a devoção à Divina Misericórdia, foram presentes de amigos do meu Grupo de Oração, nesse mesmo ano.

Tive grandes experiências, e ainda tenho, com Jesus misericordioso, ao refletir sobre as ricas revelações do Senhor à então Maria Faustina, antes de se tornar santa. A partir do primeiro contato com a devoção, a frase ‘Jesus, eu confio em Vós’ despertou em mim total confiança no amor de Deus, que é rico em misericórdia.

Em todos esses anos, divulgo e incentivo as pessoas a viver e a encontrar o amor misericordioso do Senhor, a rezar não somente o Terço da Misericórdia, às três horas da tarde, como também, a confiar na promessa que o próprio Jesus fez: ‘Tudo o que pedires nesta hora, eu concederei’. E como diz o nosso fundador, Pe. Jonas Abib, tudo é tudo. Eu acredito e faço essa experiência. Faça-a você também e espalhe-a, porém, rapidamente, porque a promessa da misericórdia, como disse Jesus à Santa Faustina e como disse o Santo Padre João Paulo II, é para os fins dos tempos e para nos preparar para a segunda vinda do Senhor”.
Maria das Graças Melro
Comunidade Canção Nova

Testemunho II
“Ao completar dezoito anos, fiz uma cirurgia por causa de um cisto que tinha no ovário. Desde então, comecei a ter crises de paralisia cujas causas os médicos não descobriam e que, aos poucos, me deixaram numa cadeira de rodas. Completei vinte e três anos e passei dois anos e sete meses totalmente paralisada. Foi uma experiência difícil e dolorosa que abalou minha fé.

Clamei a Deus que viesse em meu socorro e recebi a visita de um grupo de oração. Uma senhora falou sobre a Canção Nova para minha família e, no dia seguinte, minha mãe sentiu o desejo de comprar uma parabólica. Quando ligamos a TV, Eliana Sá rezou o terço da Misericórdia dizendo:
‘Jesus, fonte de milagres, eu confio em Vós’. Minha mãe, então, pediu a Deus que eu voltasse a andar e, no dia seguinte, voltando a rezar o Terço da Misericórdia, percebi que estava melhor. Hoje, pela Divina Misericórdia, estou andando!”

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