O Senhor plantou um jardim!

Tudo era perfeito no jardim do Éden, conforme nos diz Gênesis 2,8. O Senhor criou o homem e o colocou ali para viver. Fez brotar toda sorte de árvores frutíferas de aspecto agradável, também a árvore da vida e a árvore da ciência do bem e do mal cujo fruto foi um instrumento para a entrada no mundo do pecado e da morte. Justamente por isso, Jesus precisou ser crucificado. Ele poderia ter sido apedrejado ou decapitado, pois também estas eram as penas de morte de Sua época. Mas Sua morte foi redentora, foi para resgatar o homem.

“Assim como por um homem (Adão) a morte entrou no mundo, também por um homem (Jesus) entrou a vida” (1Cor 15,21).

Assim como a via usada pelo diabo foi a árvore, também a via redentora de Jesus precisou passar pela árvore (cruz).

Hoje, o diabo em sua astúcia maligna, continua escravizando o homem através da árvore, exatamente como fora no início e, para isso, oferece ao ser humano o “fruto proibido”: a droga. Toda droga é extraída de uma árvore ou arbusto; é uma erva. Maconha, cocaína (folhas de coca), por exemplo. As demais têm como princípio ativo, uma substância que vem de uma árvore. Mesmo o crak, que é uma mistura de pós e resíduos, quando queimado no cachimbo para ser inalado, tem o som de uma lenha queimando. Daí, o seu nome crak.

A palavra droga é originária da língua persa e significa “demônio”. O interessante é que o argumento dos traficantes é semelhante ao que o diabo usou lá no Éden: “Se comeres, não morrerás (na hora). Conhecereis o bem e o mal e sereis como deuses” (cf. Gen 3,4). É a mentira revestida de verdade, sedutoramente oferecida, como no Éden. E o efeito da droga no início faz com que o adicto se sinta realmente um semideus, mas o transforma depois, num pobre diabo.

O que nos resta é esperar a Nova Terra, prometida por Deus em Apocalipse 22,2 onde não haverá mais a árvore da ciência; permanecerá somente a árvore da vida, cujos frutos servirão para alimento. E as folhas que hoje matam, servirão para curar todas as nações.

Que ela não demore!

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