O canto de São Francisco

Vamos cantar a oração de São Francisco pedindo ao Senhor a graça da sensibilidade com os pobres:

“Onde há ofensa que dói que eu leve o perdão,
Onde houver a discórdia que eu leve a união e tua paz.

Onde encontrar um irmão a chorar de tristeza sem ter voz e nem vez,
Quero bem no seu coração semear alegria pra florir gratidão.

Mestre, que eu saiba amar, compreender, consolar e dar sem receber.
Quero sempre mais perdoar, trabalhar na conquista e vitória da paz”.

Tenho aqui o testemunho do Edvaldo. Ele é o irmão que eu tenho um carinho, um amor muito especial. Ele estava vivendo um momento de depressão, tem uma enfermidade um pouco séria e o Senhor tem cuidado dele.

Edvaldo:
“Gente, eu tenho câncer e é maligno. Gostaria de agradecer o padre Roberto que é uma pessoa abençoada por Deus”.

Senhor José:
“Esse senhor [Pe. Roberto] é um segundo pai da minha pessoa, porque ele me acolheu. Eu considero ele um pai”.

A nossa fraternidade acolhe não somente os irmãos de rua, mas também as mulheres de rua.

Irmã de rua:
“Quando eu vim para Campinas, estava com pneumonia e fiquei debaixo do viaduto. Depois me levaram para a Toca e hoje estou bem. Vou cantar a música que fiz na Toca:
“O andarilho é como eu, também merece ser feliz. Abandonei o viaduto e vim pra Toca de Assis”.

Vamos cantar a oração de São Francisco:

“Senhor, fazei-me um instrumento de vossa paz,
Onde houver ódio que eu leve o amor,
Onde houver ofensa que eu leve o perdão,
Onde houver discórdia que eu leve a união,
Onde houver dúvida que eu leva a fé.

Onde houver erro que eu leve a verdade,
Onde houver desespero que eu leve a esperança,
Onde houver tristeza que eu leve a alegria,
Onde houver trevas que eu leve a luz.

Oh Mestre, fazei que eu procure mais
Consolar que ser consolado,
Compreender que ser compreendido,
Amar que ser amado.
Pois é dando que se recebe,
É perdoando que se é perdoado.
E é morrendo que se vive para a vida eterna”.

Testemunho do Aparecido:

“Graças a Deus quando eu cheguei aqui não comia com as minhas mãos. Fui atropelado seis vezes e agradeço a Deus e ao Cristiano (irmão da fraternidade). Graças a Deus, aqui eu encontrei o amor e o carinho. Deus, pra mim, Ele é um Pai e nossa Mãe, Maria Santíssima que é mãe Dele é minha mãe”.

Eu agradeço você, benfeitor, benfeitora da Toca de Assis.
A Jesus, toda honra, toda glória na sua Santa Igreja Católica, agora e para sempre!

Pregação Pe. Roberto Toca de Assis – VIII Tocão
Domingo dia: 20/10/2002 às 10h

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