Nossos desafios de cada dia.

Podemos imaginar o que sentiam os primeiros discípulos, quando perceberam que Aquele a quem tinham a certeza de ser o Senhor, acabaria no madeiro. Quantas perguntas sem resposta foram feitas diante desta situação…

Poderiam ter vivido o desejo de abandonar a caminhada, ou talvez, de pensarem ter vivido uma utopia.

Em muitas ocasiões, por várias circunstâncias, nem sempre graves, dizemos: “Acabou! Tudo o que é bom, dura pouco!” E como conseqüência de tais situações, nos afastamos.

Podemos imaginar o grande transtorno que poderá trazer a um casamento, se diante das dificuldades um dos cônjuges decide “entrar em férias conjugais“. A lacuna que apareceria entre o casal, seria suficiente para minar qualquer tentativa de aproximação, aumentando, assim, o esfriamento daquilo que os unia – o amor.

O mesmo acontece em muitas outras sociedades. Assumimos atividades e desejamos ser úteis, mas diante dos pequenos problemas e diferenças interpessoais, desejamos faltar aos compromissos assumidos, bem como evitar aproximações, etc, facilitando a fuga para o nosso egoísmo.

Tais situações, trazem-nos provas, que facilmente, se colocariam contrárias àquelas fortes experiências anteriormente vividas e que foram objeto de nossa decisão. Em função dessas provas palpáveis, seria justificado o nosso afastamento daquele compromisso anteriormente assumido.

Nesses momentos, precisaremos: “Discernir o que agrada ao Senhor” (Efésios 5,10), lembrando de buscar no nosso chamado pessoal as razões fundamentais para continuar nossa empreitada que constantemente estará sob desafios.

Deus abençoe sua casa!


Dado Moura

Dado Moura trabalha atualmente na  Editora Canção Nova, autor de 4 livros, todos direcionados a boa vivência em nossos relacionamentos. Outros temas do autor estão disponíveis em www.meurelacionamento.net twitter: @dadomoura facebook: www.facebook.com/reflexoes

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