Moral não é freio: é direção!

É comum ouvir de populares que a religião é um freio; moral é freio. O religioso bem informado não pensa assim. Moral é muito mais do que proibir.

Também faz parte da moral o sugerir atitudes, incentivar iniciativas, apontar caminhos.

A ciência religiosa chamada Teologia Moral seria para a religião como a Ciência do Trânsito.

O conjunto de leis, sinais e atitudes a se adotar quando em movimento, parado ou estacionado, faz o trânsito funcionar e a pessoa se movimentar com segurança.
Assim, há sinais de proibido, permitido e tome cuidado.

Há placas e avisos ao longo do caminho, às vezes incentivando, às vezes avisando; às vezes proibindo terminantemente. E há guardas mais para orientar do que para punir, mas se preciso, punem, a depender da gravidade do abuso.

E há o chofer que tem que tomar decisões rápidas e corretas, por isso, deve saber quando e porque pisar no freio ou no acelerador. No semáforo da vida, digamos que os sinais da Igreja estão muito mais para verde do que para vermelho.

Mas porque o vermelho incomoda mais, fica-se com a impressão de que a Igreja proíbe demais. Onde a Igreja mais pisa no nosso calo mais a achamos moralista… Sexo, divórcio, espetáculos, droga, família, negócios…

Se as normas da Igreja mexem conosco, ou ignoramos, ou nos queixamos.
Todo mundo quer uma Igreja mais flexível e se possível, só com sinal amarelo e verde.

Mas, Moral que não exige não é sabedoria. Quem só permite, não é sábio.

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