Mãos que evangelizam: Um jeito de ser intérprete

Um dos principais componentes para ser intérprete está relacionado com a sociabilidade. O intérprete precisa encontrar-se entre as pessoas surdas e ouvintes, sentir prazer em compartilhar a comunicação com elas, visto que sem prazer, torna-se difícil participar de qualquer processo interativo. O intérprete na realidade, tem a função de ser elo na comunicação entre sujeitos que não dominam um determinado instrumento linguístico.

Em nossa linguagem religiosa, posso afirmar que o intérprete assume uma missão importantíssima, onde age como facilitador da comunicação (vital para os seres humanos) Há todo um processo de sociabilidade, uma disposição emocional, que nos faz criar condições favoráveis para colocarmos nosso corpo inteiramente disponível para a transmissão de mensagens de forma fluente, e isto precisamos fazê-lo com a máxima eficiência.

Além disso, podemos falar hoje que o intérprete precisa possuir estas capacidades: pedagógicas, didáticas, organizativas, perspectivas, expressivas de linguagem, comunicativas, acadêmicas, pessoais vinculadas à ética, e de criatividade. São todas estas capacidades unidas, que irão definir nosso jeito de ser intérprete. Que Deus abençoe você e unja as suas mãos para que seja um grande instrumento em sua missão junto aos surdos.

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