Edwiges, mulher de nossos dias

A história de Santa tem início na região da Silésia, atualmente pertencendo a Palônia. Nesta época, a Europa estava dividida em pequenos ducados e principados: os senhores feudais dominavam sobre o resto da população. Eram poderosos e donos de todas as terras. Habitavam em imponentes castelos ou riquíssimas mansões, cercados de todas as pompas.

Contrastando com toda essa opulência, estavam os camponeses, os artesões e o resto da população. Os ricos arrendavam suas terras aos camponeses e exigiam boa parte da colheita. Os pobres lutavam para colher os frutos que essas terras produziam. E assim ia quase tudo para o celeiro dos proprietários. De um lado o luxo, a opulência, o esbanjamento e, do outro, a probeza e a mais degradante miséria. Foi neste tempo que nasceu uma duquesa. Era o ano de 1174.

Bertoldo era Marques, Conde e Duque a casou-se com Ines, filha do Conde Rottech. Deste lar nasceram oito filhos. O filho mais velho foi Patriarca de Aquiléia e chamava-se Bertoldo, como o pai; Ekelberto foi bispo de Bamberg; Otto e Henrique seguiram carreira militar. Uma das filhas casou-se com Felipe, Rei da França; a segunda com Andre, Rei da Hungria e foi mãe Santa Izabel da Hungria; a terceira tornou-se religiosa e foi abadessa benedetina.

Era o ano de 1174: nasce uma criança, a qual, algum tempo depois é batizada com o nome de Edwiges.

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