Bento, estou contigo

Dificilmente o Papa Bento XVI vai ler o que escrevo aqui (quem dera!), mas quero falar a muitos que, como eu, desejam dar voz a um sentimento genuíno do coração que se resume nessas palavras: “Bento, estou contigo”.

Como jovens sedentos pela verdade, não queremos nos deixar levar pela onda de relativismo e ideologias que permeiam nossa sociedade.

Nosso Papa vive constantes ataques e indiferenças – de todos os lados – por parte daqueles que não o aceitam e sentem-se incomodados com sua presença. Assim agem porque ele não troca a verdade da fé por ideologias; não nega o cristianismo em nome de um relativismo que diz que todas as religiões são iguais; não deixa de lado Jesus Cristo em nome de um sincretismo disfarçado de ecumenismo e unidade; não se omite diante das trágicas “guerras santas”, mas põe em risco a própria vida para livrar da morte aqueles que são vítimas dos que pensam estar matando com a aprovação de Deus; e muito mais.

Em tudo isso, no entanto, cada jovem pode exclamar a vontade de ser fiel a este pastor dado por Deus à Igreja.

Bento, estou contigo. O senhor não está sozinho. Quero andar nas suas pegadas, sabendo que assim sigo seguramente a Jesus Cristo. Não desanime em sua missão, mesmo que não encontre apoios humanos onde desejaria encontrá-los.

Não quero e não vou, Bento, com a graça de Deus, cometer a loucura de querer Cristo sem a Igreja, pois “Ele amou a Igreja e entregou-se a si mesmo por ela” (Efésios 5,25).

Venha ao Brasil com toda coragem e ousadia, próprias de sua pessoa, desde o tempo em que colaborou com João Paulo II na defesa da pureza da fé.

Nós, jovens, te esperamos de braços e coração abertos.
Nas suas palavras, encontraremos um porto seguro para sermos verdadeiramente discípulos e missionários de Jesus Cristo.

Bendito o que vem em Nome do Senhor!

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