Moisés e a origem do divórcio
Moisés criou o divórcio? Por que o divórcio era permitido? Ficou curioso? Se quiser saber mais, assista ao vídeo com Felipe Aquino! Curta e compartilhe.
Não é correto afirmar que Moisés criou o divórcio. Há cerca de 3.200 anos, a humanidade vivia sob o Código de Hamurabi, imersa em uma moralidade extremamente imperfeita e rudimentar. Deus precisou conduzir Seu povo em um processo pedagógico lento, aguardando o amadurecimento necessário.
A pedagogia divina
O Antigo Testamento deve ser compreendido dentro de seu contexto histórico, social e moral. Naquela época, a regra vigente era o “olho por olho”, refletindo a cultura das nações pagãs de onde o povo judeu se originou. Deus atuou como um pai que educa uma criança pequena, com paciência e gradualismo.
Assim como não se ensina conceitos complexos a uma criança de cinco anos, Deus educou os judeus devagar. O tempo no deserto e os exílios serviram para purificar aquela cultura, moldada por multidões de deuses e costumes violentos. O objetivo final dessa educação era a preparação para a vinda de Jesus Cristo.
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O divorcio sob a o contexto da época
Deus não permitiu o divórcio por desejá-lo, mas o tolerou em razão da dureza do coração daquele povo. Jesus explica que a moral imperfeita de outrora não era o plano original do Criador. Com o Novo Legislador, a lei foi elevada a um patamar superior de exigência e santidade.
As tragédias e permissões do passado eram parte de uma cultura que Deus purificou gradualmente. Agora, sob a luz do Evangelho, a regra é clara: não separe o homem o que Deus uniu. A pedagogia divina encerrou sua fase de tolerância para estabelecer a verdade definitiva sobre a indissolubilidade
Transcrito e adaptado por Jaqueline Scarpin






