A sacralidade da vida: fundamentos naturais e morais
Absurdo natural e a lei da vida
Antes de ser tipificado como pecado grave, o aborto é classificado pela Igreja como um profundo absurdo natural. A premissa central estabelece que tudo o que contraria as leis da natureza é, por definição, imoral, pois rompe a ordem essencial da criação de Deus.
A moralidade fundamentada na natureza
Observa-se que nos instintos básicos dos animais não se permite a destruição da própria prole, nenhum animal mata seu filhote no ninho, tornando a prática do aborto uma ação considerada antinatural e sem sentido lógico. Para a doutrina, a natureza dita a moral, e a vida deve ser preservada desde sua origem.
A dignidade do embrião e o direito à vida
Considerando que todo indivíduo vivo foi outrora um embrião, a interrupção desse processo é vista como uma violência contra a própria história humana. Desse modo, retirar a vida de um ser em desenvolvimento é uma afronta que carece de justificativa racional. Além disso, a dignidade humana não se conquista com o tempo, mas é inerente desde o primeiro instante da existência.
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Fundamentos para o ‘não’ ao aborto
Existem dezenas de razões racionais que sustentam a posição da Igreja contra a aceitação do aborto em qualquer circunstância, a reflexão profunda sobre o tema revela que a defesa da vida não é apenas um dogma, mas um imperativo da consciência. Desse modo, a Igreja reafirma seu compromisso com a proteção dos mais vulneráveis e indefesos, reconhecendo que a vida humana possui um valor absoluto e inalienável.




