Induzidos pela mídia

A mídia influencia a sociedade de forma massante

Os atuais veículos de mídia e de informação transformaram o mundo numa “aldeia global”, afirmou Mc Luhan, o maior teórico das comunicações sociais no século passado. De fato, até o advento da televisão, o jornal e o rádio, expressões maiores da comunicação entre os homens, nem de longe propiciavam a aproximação quase instantânea entre nós e os que, no outro extremo da terra, vivem algum acontecimento feliz ou uma tragédia.

Nada, porém, como a imagem, envolve tanto a criança, o jovem e o adulto. Somando a imagem ao som, a televisão foi um passo histórico. Nos dias de hoje a televisão entra em nossos lares e nem nos damos conta de sua importância.

Os enfrentamentos diários entre palestinos e judeus, aviões supersônicos e helicópteros, morrem brutalmente crianças de peito e pré-adolescentes com seus 12 anos de idade. Vai ver que, mais adiante, algum operador de TV vai captar o momento de um atentado suicida e a mais de dez mil quilômetros de distância.

Hoje ninguém mais discute a importância da mídia: rádio e jornal, revista, televisão e Internet. Quem desvalorizar esses meios de comunicação de “massa”, expressão que não nos agrada porque o importante é ser povo e não massa, perdeu o trem da história.

Mas o que muitos ainda não perceberam é a força da opinião pública. Quem conseguir formar a opinião pública acabará dirigindo seu povo e o mundo, especialmente nesse momento de globalização. Alguns chegam a considerar a opinião pública como determinante dos rumos do presente e do futuro.

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É lugar comum ter-se os modernos veículos de comunicação social como “quarto poder”. Vêm logo depois dos três clássicos poderes: Legislativo, Executivo e Judiciário.

Opinião pública é aquilo que pensa e quer a maioria de uma cidade, Estado ou Nação. Governantes e Pastores inteligentes estão sempre atentos aos ventos da opinião pública. Devem percebê-la porque exprime os anseios do próprio povo que servem, precisam responder-lhe com novas leis e novos caminhos de evangelização.

Os que vão mais a fundo no problema, procuram ter em suas mãos os informadores e formadores da opinião pública. Praticamente, são eles que definem os rumos da sociedade de hoje e do mundo de amanhã. Os donos dos grandes jornais e revistas, os proprietários de rádios e canais de televisão sabem que conduzem os seus leitores, ouvintes e telespectadores para onde querem.

Felizmente, a Igreja compreendeu essa nova situação. Estão aí o decreto “Inter Mirifica” do Concílio Vaticano II, de 1965 e, logo depois, a constituição do Pontifício Conselho para as Comunicações Sociais, a instituição do Dia Mundial das Comunicações e os investimentos feitos em rádio, televisão e Internet. Está aí esse grande comunicador que é o Papa João Paulo II, cuja comunicação fascina a jovens e adultos por onde vai peregrinando.// <!–

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Dom Amaury Castanho – Bispo Diocesano de Jundiaí/SP

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