Sê alma de Eucaristia!

Tens de conseguir que a tua vida seja essencialmente – totalmente – eucarística.
Gosto de chamar “prisão de amor” ao Sacrário.
Há vinte séculos que Ele está ali…, voluntariamente encerrado, por mim, e por todos.
Pensaste alguma vez como te prepararias para receber o Senhor, se apenas se pudesse comungar uma vez na vida?

Agradeçamos a Deus a facilidade que temos para aproximar-nos dEle, mas… temos de agradecer preparando-nos muito bem para recebê-Lo.
Diz ao Senhor que, daqui por diante, de cada vez que celebres ou assistas à Santa Missa, e administres ou recebas o Sacramento Eucarístico, o farás com uma fé grande, com um amor que queime, como se fosse a última vez da tua vida.
E sente dor pelas tuas negligências passadas.

Compreendo as tuas ânsias de receber diariamente a Sagrada Eucaristia, porque quem se sente filho de Deus tem imperiosa necessidade de Cristo.
Enquanto assistes à Santa Missa, pensa – porque é assim – que estás participando num Sacrifício divino: sobre o altar, Cristo volta a oferecer-se por ti.
Quando O receberes, diz-Lhe: – Senhor, espero em Ti; adoro-te, amo-te, aumenta-me a fé. Sê o apoio da minha debilidade, Tu, que ficaste na Eucaristia, inerme, para remediar a fraqueza das criaturas.

Devemos fazer nossas, por assimilação, aquelas palavras de Jesus: “Desiderio desideravi hoc Pascha manducare vobiscum” – desejei ardentemente comer esta Páscoa convosco. De nenhuma outra maneira poderemos manifestar melhor o nosso máximo interesse e amor pelo Santo Sacrifício, do que observando esmeradamente até a menor das cerimônias prescritas pela sabedoria da Igreja.

E, além do Amor, deve urgir-nos a “necessidade” de nos parecermos com Jesus Cristo, não apenas interiormente, mas também externamente, movimentando-nos – nos amplos espaços do altar cristão – com aquele ritmo e harmonia da santidade obediente, que se identifica com a vontade da Esposa de Cristo, quer dizer, com a Vontade do próprio Cristo.

Temos de receber o Senhor, na Eucaristia, como aos grandes da terra, e melhor! Com adornos, luzes, roupa nova…
E se me perguntas que limpeza, que adornos e que luzes hás de ter, responder-te-ei: limpeza nos teus sentidos, um por um; adorno nas tuas potências, uma por uma; luz em toda a tua alma.

artigo extraído da obra: Forja – do mesmo autor

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