Tirai o mal do meio de vós!

A árvore é frondosa, enche os olhos e encanta por seus galhos abertos, coroada de folhas, que no silencioso murmurar do agitar do vento, espalha ainda mais beleza àqueles que dela aproveitam a sombra.

Uma árvore assim, formada em anos e anos de briga com o solo que a sustenta, violenta a terra, enraizando-se profundamente, mesmo num terreno pedregoso, e não pára de sugar dela todo o alimento de que necessita para crescer, pois senão, ainda pequena, morreria, mesmo que estivesse à beira de um majestoso lago.

Ninguém, por menor que seja, não pode dizer que não tem nada a oferecer. Se não há flores, ao menos as folhas servirão de alento e descanso para quem dela se aproximar.

Assim se dá com cada um de nós. Estamos enraizados, crescendo. E nos desenvolvendo, mas quando procurados para sermos alívio das almas que choram, só encontram em nós galhos retorcidos, descascados, e o pior… sem vida que os abrigue. Nos enraizamos no orgulho, na vaidade, no pecado…

Enquanto não fincarmos raízes junto ao manancial da abundância do Amor e Misericórdia, estaremos assim, vegetando, sugando de tudo, mas sem forças para oferecer.

Que nossas raízes, rasgando a terra do nosso pecado, mergulhe no profundo da sólida e fértil terra do Coração de Deus, que em seu Filho Jesus, nos dá o que precisamos: o Alimento Santo que nos refaz e nos faz viver, nos anima e fortalece… o Seu preciosíssimo Sangue, a preciosa água que brota de Seu interior.

Só nEle, enxertados, enraizados, poderemos dar o fruto da conversão, que de tão belo e agradável, atrai multidões para se deliciarem de seu Santo e inigualável sabor… sabor de eternidade.

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