Os Papas falam dos Anjos

Todos os Papas recentemente confirmaram e propagaram a fé constante da Igreja nos anjos vivendo eles mesmos no contacto íntimo, amigável e fraternal com os anjos.

Pio XI: Sinto que está aqui perto, pronto para me ajudar.

Aos visitantes: Cada dia, de manhã e de noite, rezam ao seu anjo da guarda, especialmente nas dificuldades. Aos diplomáticos, missionários e professores: Porque é que pensam que não têm um guia celestial, velando por vocês? Aos sacerdotes: Que o Senhor guie o seu caminho e os seus anjos os precedam. Ao seu sucessor, O Papa Pio XII: Ao falar com alguém que está fechado no seu argumento, vá ao seu anjo da guarda e encomende-lhe as suas intenções, peça-lhe que o trate com o anjo da guarda. Uma vez que, os anjos estabelecem um entendimento, a conversação com o visitante será mais fácil.

Pio XII: Devemos unir-nos com os santos anjos; devamos formar uma grande família poderosa dado os tempos que se aproximam!

Denunciou na encíclica Humani Géneris, 1950, aos teólogos que duvidavam se os anjos eram pessoas ou os reduziram a muitos ou seres etéreos e ocos. A turistas americanos (1958): Existe outro mundo invisível, real como o nosso que nos rodeia e está rodeado de anjos que viajam com vocês e jogam um papel importante nas vossas vidas. Como Cristo disse às crianças que “os seus anjos contemplam sempre o rosto do meu Pai que está no céu” (Mt 18,10) assim, quando as crianças se convertiam em adultas, os seus anjos da guarda não os abandonaram, mas permanecem junto a si.

João XXIII: Tinha uma devoção profunda e familiar com os anjos.

Com simplicidade e naturalidade disse: Confiem nos seu anjos da guarda, os amáveis mensageiros da nossa vontade. Que os anjos, presentes em cada lar, falem do nosso desejo de obter harmonia social, boa moral, a prática da caridade, paz entre as nações. Aos pais de família: ensinem aos vossos filhos que nunca estão sozinhos, que um anjo está ao seu lado. Ensinem-lhes como ter uma conversa sincera com o anjo, que é um bom conselheiro e intercede por vocês e os ajuda nas suas necessidades. É consolador sentir este protetor especial perto de nós, ele fomenta a nossa intimidade com Deus como professor de ascetismo e misticismo e guia-nos ao Altíssimo. Eu ofereço a oração “Anjo de Deus, que és meu protetor…” pelo menos cinco vezes por dia e freqüentemente falo espiritualmente com ele, isto proporciona-me sempre serenidade a paz.

Salmo 91 (90)

11. Pois deu aos seus anjos a ordem de proteger-te em todos os teus caminhos.
12. Nas suas mãos lhe hão de colocar para que não tropece o teu pé em nenhuma pedra.

Olhando a multidão de peregrinos, eu costumava pensar igualmente na numerosa multidão de anjos da guarda, presentes na praça. O Papa João XXIII atribuiu a idéia de convocar o concilio ecumênico (Vaticano II) a uma inspiração do seu anjo da guarda.

Paulo VI

Testemunhou (no seu Credo) Os anjos e os bem-aventurados no céu estão associados em “diferentes graus” no governo divino do mundo, os santos intercedem em favor dos homens, enquanto os anjos da guarda não só oram e intercedem pelos homens, mas também atuam neles e intervêm diretamente. Que os anjos inspirem nas nações, aos nossos líderes, planos de paz.

Em 1970 aprovou a festa dos anjos de guarda (2 de Outubro).

João Paulo I (Papa por 33 dias)

Como Bispo de Veneto: Os anjos são grandes estranhos nestes tempos. E necessário falar muito sobre eles como ministros da Providência no governo do mundo e dos homens. Desenvolvam uma relação íntima com eles.

João Paulo II

O nosso atual Santo Padre, defendeu magnificamente a doutrina da Igreja sobre os anjos. Em seis semanas de catequese (Julho-Agosto de 1986).

O seu ensino claro e pormenorizado abrange todas as fases: criação dos anjos, natureza espiritual, inteligência e vontade, liberdade, poder, solicitação, tarefas no universo, nas nações, em cada indivíduo; referiu-se às Sagradas Escrituras, à Tradição e ensino da Igreja através dos tempos. Falou dos anjos caídos, na permanência eterna no “pecado escolhido” que são mentirosos cósmicos e assassinos, e na vitória de Cristo sobre eles.

A Igreja está convencida de que Deus confiou aos anjos um mistério em favor do seu povo. Portanto, a Igreja confessa a sua fé nos anjos da guarda, venerando-os com festas adequadas e recomendando o recurso à sua proteção através da freqüência da oração.

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