Oração do Encontro

“Meu Senhor e meu Deus, eis-me aqui, pedindo perdão pelas dúvidas de fé que conservei em meu coração.

Creio, meu Jesus, que estás me perdoando, concedendo-me a graça da reconciliação contigo e com todas as pessoas com as quais preciso me reconciliar.

Pela fé, creio que estás me tocando e, por isso não posso continuar como estou! Quero obedecer às Tuas ordens, colocar-me em pé, conhecer a verdade, que me libertará.

Perdão pelas vezes que aceitei os vícios, tive medo do futuro, desconfiei da Tua presença. Entrego-te minha vida inteira: alegrias e dores, anseios e frustrações que trago dentro de mim. Reconheço a minha realidade e assumo a minha libertação.”

Não fiquemos presos em nossos medos, em nossa depressão ou em nossas tristezas. Temos o amor de Deus que nos sustenta. É nesse amor que encontramos força para suportar todas as adversidades. Não foi assim com São Paulo?

São Paulo, falando aos Gálatas, conta mais uma vez a sua experiência com o Senhor; o impacto que teve ao encontrar-se com Jesus a caminho de Damasco. Ele fala dos três anos após a sua conversão, quando foi se deixando formar por Jesus e, finalmente, colocou-se a serviço da Igreja. Quando nos encontramos com Jesus, inicialmente vivemos um momento de “lua-de-mel”, até partirmos para a missão de evangelizar. Deus nos leva a anunciar e testemunhar as maravilhas que Ele realizou em nossas vidas.

Jesus quer que nos aproximemos da Igreja, como Paulo se aproximou. Continuemos nosso encontro com Ele, buscando os sacramentos: o Batismo – para quem não é batizado, a Confissão e a Eucaristia. Ele nos quer em jejum e oração, rezando o Rosário, engajados em um trabalho na comunidade paroquial, ou em alguma obra da Igreja. A maior realização do cristão batizado é colocar-se a serviço do Senhor nas comunidades, paróquias e pastorais.

Quando nos encontramos com Jesus, não podemos nos omitir. Devemos ter atitudes condizentes com aquilo que experimentamos e com a fé que professamos. Não é ficar falando de Jesus o tempo todo, querendo forçar os outros a acreditar em Deus. Religião não se força! Deus deixa cada um livre para responder ao Seu chamado. O que precisamos é ter atitudes de cristãos em casa, no trabalho, em nosso modo de agir e até de vestir. A nós compete orar e dar testemunho de uma vida santa.

Em situações pequenas é possível evangelizar. Somos responsáveis por contagiar as pessoas, especialmente pelo nosso testemunho de vida. Quem não ouviu falar de São Paulo? Quem não traz uma frase sua no coração? Onde estivermos, se agirmos como cristãos, seremos o rosto de Cristo para as pessoas que ali estão.

Jesus nos chama a ser testemunhas com nossa vivência; a anunciar a santidade para o mundo, com nossa vida, a ser mais ousados.

Chegou o momento de colocar a palavra em prática, ter a coragem e a fé de rezar pelas pessoas da nossa casa e, por tantas outras que necessitam da nossa oração e da nossa caridade. Precisamos fazer essa palavra se cumprir em nossa vida. Podemos começar rezando um Pai-Nosso e uma Ave-Maria, que, bem rezados, podem salvar vidas!

É só pedir e acreditar, que o milagre acontece; quem o realiza é Jesus. Você será apenas o instrumento de intercessão, mas quem realizará o milagre será Jesus. O rosto Dele será redescoberto diante das pessoas, por meio do nosso amor, do nosso carinho, da nossa paciência e do nosso perdão.

Do livro: “Sofrer sem nunca deixar de amar”

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