Filho de Nossa Senhora

Como todos os santos, Pe. Pio tinha um amor profundo por Maria. Dizia ele: ‘Amai a Nossa Senhora e tornai-a amada’. Todos os traços de sua vida foram marcados pela presença da mãe de Jesus desde sua infância.

Nascido no mês de maio, seu batismo foi celebrado na igreja de Santa Maria dos Anjos; quando ainda criança se dirigia a visitar Nossa Senhora na Igreja todos os dias, era devoto de Nossa Senhora do Livramento, padroeira de Pietrelcina. A missa mais celebrada foi a da Imaculada. Em sua cela tinha uma palavra de São Bernardo ‘Maria é a razão da minha esperança’.

Os últimos anos de Pe. Pio foram oferecidos a Nossa Senhora. Quantas vezes as pessoas o viram, mesmo com a sua saúde debilitada, ajoelhado diante do mosáico de Nossa Senhora. Até os últimos momentos de sua vida ficou com o terço na mão dizendo ‘ Jesus, Maria… Jesus, Maria… Jesus, Maria…’

Naquele maravilhoso dia, 20 de Setembro de 1918, onde recebeu a estigmatização, estava na presença de uma única testemunha, a Nossa Senhora da igrejinha de Santa Maria das Graças. Foram várias vezes que Pe. Pio teve o consolo da Mãe nos momentos de dor e aflição. Dizia: ‘Jesus e Maria continuam a me servir de pais. Ó meu caro Padre, quem pode reproduzir as consolações que me faz sentir neste mês de (maio) a Mãezinha do céu?’

Para Pe. Pio o rosário era contemplação e instrumento eficaz para a salvação das almas, era uma poderosa arma contra o pecado e o demônio – e isto todos viam. A todo momento ele estava com o rosário na mão. Até nos últimos momentos de sua vida quando lhe caiu das mãos o rosário, Pe. Pio deixou-o como herança aos seus filhos espirituais.
Isso se deu quando uma das suas filhas espirituais lhe pediu uma palavra, uma regra de vida. Pe. Pio respondeu: ‘Minha filha, o rosário’.

Assim ele descreve uma das suas visões: ‘Sobre um trono esmaltado, com pedras preciosas, vi sentada uma senhora de rara beleza: era a Virgem Maria, tendo no colo o Menino, em atitude majestosa, um rosto esplêndido e mais luminoso que o sol. Em toda, todo a volta, uma multidão de Anjos sob formas muito esplendorosas’.

Ó Mãe, dái-nos a graça de seguir-te e amar-te como o fez Pe. Pio de Pietrelcina!

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