Como viver melhor hoje?

A humanização do homem depende exclusivamente de sua livre vontade em assumir uma atitude de amor verdadeiro em relação ao criador, a si mesmo e ao outro‘.

A busca generalizada por melhoria da qualidade de vida, impulsiona o trabalho dos estudiosos e pesquisadores na busca de novas informações a cerca da origem e principalmente do funcionamento do homem, criando várias teorias que se tenta validar a partir de experiências e observações científicas. O que ocorre é que este esforço é direcionado de fora para dentro, a partir de observações conscientes e comportamentais, a princípio com animais e em seguida aplicando-se ao homem quando se encontra viabilidade econômica.

Neste contexto surgiu Freud, que percebeu uma influência no comportamento humano quando observados fora do seu estado de consciência. Freud entendeu que o ser humano é constituído de dois cam-pos mentais, ou seja, uma área consciente e outra chamada de inconsciente. A partir destas observações foram desenvolvidas várias experiências e novas descobertas foram surgindo, com Jung chegou-se ao inconsciente coletivo, que é o registro no inconsciente pessoal da memória inconsciente coletiva e dos antepassados.

Hoje, através da abordagem direta do inconsciente, Renate Jost, reativando a memória inconsciente, o homem pode encontrar-se com a sua origem, com o o sentido de sua existência, suas potencialidades e ainda descobre que é verdadeiramente livre para tomar decisões frente aos fatos e conflitos externos, compreendendo que ao tomar decisões negativas sofre profundamente e faz sofrer e que, quando decide com base nos registros positivos, inunda-se de luz e de uma sensação de completude, de identificação e semelhança com o amor que é em essência sua origem.

A memória inconsciente guarda a história do desenvolvimento desta criatura chamada homem, e mostra quando reativada que o homem pode se tornar humano ou não, dependendo das decisões que venha a tomar ao longo de seus dias. A humanização da criatura depende exclusivamente da vontade livre do sujeito em assumir uma atitude de amor verdadeiro em relação ao criador, a si mesmo e ao outro. Querendo sempre o bem do outro, o homem estará contribuindo para o bem estar da comunidade e, consequen-temente, a qualidade de vida tende a melhorar.

No momento em que eu decido rever meus conceitos, alguns hábitos que tem me causado transtorno, inicio uma caminhada por novos caminhos que tendem a projetar-me para frente e ao encontro do meu ser livre, saudável e capaz de amar. E fazer transbordar este amor nas atitudes e comportamentos do cotidiano, é tornar-se um ser humano que contribui para o desenvolvimento da comunidade como um todo.

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